Comitiva de deputados foi proibida de vistoriar sala onde Lula cumpre pena, na sede da Polícia Federal, em Curitiba

Também foi barrada a ex-presidente, Dilma Roussef e a senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT.

A decisão da juíza Carolina Lebbos, na segunda-feira, limitou as visitas aos familiares do petista e dos advogados que defendem o ex-presidente.

A juíza assegurou que não há ilegalidade na determinação, justificada pelo que considerou “alargamento das possibilidades de um detento, que diante da logística demandada, poderia prejudicar a garantia do direito de visitação dos outros presos”.

Carolina Lebbos disse que recebeu requerimentos para visitas de mais de uma dezena de pessoas declaradas amigas de Lula.

Estão na lista: o vereador paulistano Eduardo Suplicy, o presidenciável Ciro Gomes (PDT), o ex-ministro Carlos Lupi, e o Nobel da Paz 1980, Adolfo Pérez Esquivel.

A advogada de Esquivel, Tãnia Mandarino disse que vai recorrer da decisão e acionar até as cortes internacionais para garantir o direito de visita.

A comitiva de deputados barrada predendia inspecionar as instalações onde o petista está detido.

O pedido foi rebatido pela juíza que afirmou não haver indícios concretos que justifiquem a diligência.

E ressaltou que Lula está detido numa Sala de Estado Maior, separado dos demais presos, sem qualquer risco para a integridade moral ou física.

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