A Cetesb impõe que é necessário o reflorestamento de 26 hectares para compensar os danos causados pela execução da obra
A Cetesb impõe que é necessário o reflorestamento de 26 hectares para compensar os danos causados pela execução da obra
A Cetesb impõe que é necessário o reflorestamento de 26 hectares para compensar os danos causados pela execução da obra

Com o avanço das obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a remoção das árvoasdres que margeiam o ribeirão no qual a intervenção é realizada, tornou-se necessária, segundo a Prefeitura, e já foi autorizada pelos órgãos competentes.

De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento, Gestão e Mobilidade, há um termo do município junto à Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) para reflorestamento de 26 hectares para compensar os danos causados pela execução da obra, compromisso que deve ter início ainda neste ano.

“Para preservar o maior número possível de espécies que existem no local, a prefeitura tem entrado em contato com algumas pessoas, que podem fazer uso dessas árvores em ambientes rurais, sítios ou chácaras onde serão replantadas”, disse o engenheiro Rodolfo Terrabuio.

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