Reportagem do Opinião conta a história dos ararenses Milton Buzon, 45, e Sonia Buzon, 46. O casal se apresenta há mais de 20 anos em barzinhos da cidade e região

João Crispim

A dupla é apaixonada pela profissão. O trabalho árduo e exige muita disciplina, ensaios. E foi através das melodias que eles se encontraram.

Desde pequena Sonia cantava em sua casa, mostrando que tinha talento diferenciado. Buzon estudou órgão, teclado e piano clássico.

A dupla se apresenta em barzinhos há mais de duas décadas

Por mero acaso os dois começaram a tocar nas noites. Foi em 1996 que eles resolveram montar uma banda chamada “Setty Cyclos”. “Aprendemos muito nesse período, uma experiência e tanto”, comentou o casal.

No ano de 2000, já com uma vasta bagagem musical, decidiram formar uma dupla.

Milton e Sonia tocam em barzinhos há mais de duas décadas e em todo esse tempo de estrada o casal nunca pensou em gravar um CD. “Gostamos das apresentações ao vivo, da troca de energia com o público, acho que nunca paramos de verdade para pensar sobre gravar um CD”, ressaltou.

Com um repertório variado, MPB, samba, pop rock nacional e internacional, reggae, além de um repertório muito vasto de músicas italianas que abrange desde canções clássicas às recentes daquele país, são atrações diferenciadas apresentadas por eles.

Experiência

Em muitas apresentações sempre ocorrem, por exemplo, fatos inesperados. Com Milton e Sonia isso não é diferente. Eles citam “um casamento em uma capela que era tão pequena, que tivemos que tocar do lado de fora”.

Mesmo com anos de estrada a dupla já passou por situações engraçadas. “Tivemos que tocar em um restaurante, aqui próximo na região, que tinha um estilo musical completamente diferente do nosso e não foi legal”, comentou.

A música é algo divino que exige do profissional dedicação, concentração e amor. Ela tem o poder de tocar nos corações daqueles que se deixam levar pela melodia. “Trabalhamos para que tudo dê certo no momento das apresentações. Até porque somos bastante exigidos. Preparamos tudo, muito ensaio, muito estudo, montar o som, desmontar tudo ao final do evento. São funções que exigem muita força”, disseram.

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