cesta-basica

A FHO/Uniararas (Fundação Hermínio Ometto) apresentou o balanço mensal com os preços da cesta básica na região. Em Araras, custou R$ 385,39 em março, o que representa um aumento de 5,2% em relação ao mês de fevereiro  que estava R$ 366,20.

De acordo com as informações, o ararense precisou trabalhar 107,6 horas para adquirir os produtos. “O valor do conjunto de bens alimentícios básicos aumentou, na variação entre os meses de fevereiro e março de 2016 em Araras, Mogi Guaçu, Santa Gertrudes e Rio Claro”.

Na região, a cidade com a cesta básica mais cara no mês de março continua sendo Rio Claro R$ 415,55, enquanto a mais barata é encontrada em Cordeirópolis por R$ 338,68.

Além do valor da cesta, a pesquisa também mostra a quantidade de horas de trabalho necessárias para adquirir uma cesta básica em cada cidade tendo como referência o salário mínimo. Em Araras, o trabalhador precisou de 107,6 horas, enquanto em Cordeirópolis foram 94,6.

Essa pesquisa foi à primeira do ano realizada pela Cepe (Centro de Estudos e Pesquisas Econômicas) da universidade que elaborou as coletas dos preços na região de Araras. Dessa forma, o primeiro relatório tem como foco principal a comparação entre o preço da cesta básica nas cidades – a análise de variação mensal será apresentada no próximo mês.

Em março de 2016, houve aumento no custo do conjunto de alimentos básicos em 16 capitais do Brasil e redução em outras 11, conforme resultado da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

As maiores altas ocorreram em Vitória/ES (4,19%), Palmas/TO (3,41%) e Salvador/BA (3,22%) e as retrações mais significativas verificaram-se em e Manaus/AM (-12,87%).

Brasília/DF foi a capital com maior custo da cesta básica (R$ 444,74), seguida de São Paulo

(R$ 444,11) e Florianópolis (R$ 441,06). Os menores valores médios foram observados em Natal/RN (R$ 325,98), Maceió/AL (R$ 342,55) e Rio Branco/AC (R$ 342,66).

Bandeira tarifária de abril é verde

A bandeira para o mês de abril será verde, sem custo para os consumidores. Três fatores principais contribuíram para a bandeira verde: a evolução positiva do período úmido de 2016, que recompõe os reservatórios das hidrelétricas; o aumento de energia disponível com redução de demanda; e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro. Criado pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza com precisão o custo real da energia gerada.

A Diretoria da agência, em sua reunião pública realizada em 29 de março, determinou o acionamento da bandeira verde para todo o Brasil, no mês de abril, a partir da simulação dos custos a serem cobertos pela Conta Bandeiras Tarifárias, de forma a assegurar o equilíbrio entre usos e recursos e sinalizar aos consumidores o custo real da energia elétrica.

 

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

*