Uma paixão que surgiu ainda quando criança e hoje em dia ocupa boa parte de um guarda-roupa. O gestor ambiental Thiago Batelli, 21, calcula que tem em torno de 60 uniformes na sua coleção de camisas de futebol. Todas devidamente organizadas e com muitas histórias para contar. Tudo começou quando ele tinha cinco anos de idade. “Meu avô, Hygino Batelli, 80, me

Thiago Batelli mostra a primeira camisa da coleção, presente do avô quando ele ainda era criança
Thiago Batelli mostra a primeira camisa da coleção, presente do avô quando ele ainda era criança

presenteou com a camisa do Corinthians e, logo depois, ganhei outra do Fluminense do meu tio Wagner. Observando meu primo que tinha muitas camisas de time, peguei gosto e, a partir daquele momento, comecei a guardar as camisas de time que eu comprava e também ganhava”, contou.

Um dos uniformes mais valiosos do colecionador é uma camisa de treino do jogador Mauro Silva, da Copa de 94. “Essa camisa ganhei de um conhecido que morava em Rio Claro/SP. Na época, ele tinha bastante amizade com o jogador e, depois da Copa, ganhou a camisa de presente. Esse uniforme chegou às minhas mãos depois que esse conhecido faleceu e deixou essa raridade para a filha. Ela sabia que eu colecionava uniformes de futebol e me entregou”, revelou.

Corintiano, Thiago também tem carinho especial por uma outra camisa,  curiosamente, do rival alviverde Palmeiras. “Sou corintiano, mas essa eu tenho um apego porque está autografada por grandes jogadores consagrados da época”, ressaltou.

 

Internacionais

A coleção conta com camisas de times brasileiros e também estrangeiros. “Ganhei duas camisas de um holandês: uma da seleção da Holanda e a outra do Ajax. Como forma de agradecimento, também enviamos pra ele uma camisa da seleção brasileira e outra do Corinthians”, lembra.

A coleção de Batelli reúne uniformes até mesmo de clubes pequenos do País, o que aumenta o valor simbólico e sentimental das peças. Entre estas camisas, está uma do União São João de Araras. “Tenho uniforme dos principais times do Brasil, mas ainda está faltando muitos para que minha coleção. Não tenho camisa do peixe da Vila Belmiro, do São Paulo e nem do Flamengo, por exemplo. Não costumo comprá-las porque são caras, mas quem sabe da minha coleção acaba me presenteando. Mesmo que elas sejam antigas e nem tenham mais utilidade, para mim têm um valor muito especial”, finalizou.

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