Tófoli tinha 32 anos e era contratado por uma empresa terceirizada.

 Um acidente aéreo com um jato executivo, que matou na noite da última terça-feira, dia 10, quatro pessoas, entre elas, importantes dirigentes do banco Bradesco, fez também como vítima fatal o copiloto Francisco Henrique Tofoli Pinto, nascido em Araras.

Tófoli tinha 32 anos e era contratado por uma empresa terceirizada.
Tófoli tinha 32 anos e era contratado por uma empresa terceirizada.ac

De acordo com informações de seu tio, José Valdemar Tofoli, conhecido como Zé da Farmácia, Francisco foi registrado em Piracicaba/SP, mas nasceu em Araras.  Além de Tofoli, morreram também o vice-presidente do banco, Marco Antônio Rossi, o presidente do Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio de Oliveira e o piloto da aeronave Ivan Morenilla Vallim. O ararense atualmente morava em Piracicaba/SP, cidade onde será sepultado com horário e data ainda a serem confirmados, já que é aguardada a liberação do corpo que está em Belo Horizonte/MG.

O piloto tinha 63 anos, sendo que 33 deles dedicados ao Bradesco. Ivan era experiente e acumulava mais de 10 mil horas de voo. Já o copiloto, de 32 anos, era contratado de uma empresa terceirizada.

O jato decolou do aeroporto de Brasília às 18h39 de terça-feira, dia 10, com destino a São Paulo, mas desapareceu dos radares do controle de tráfego às 19h04. O avião caiu em uma fazenda que fica entre o distrito de Santo Antônio do Rio Verde, município de Catalão, no sudeste de Goiás, e a cidade de Guarda-Mor, em Minas Gerais.

 

O acidente

De acordo com matéria publicada no portal de notícias g1.globo.com, moradores disseram que ouviram um grande estrondo por volta de sete horas da noite. Eles contaram que o avião explodiu depois de bater no solo. O impacto abriu uma cratera de cinco metros de diâmetro no pasto de uma fazenda em Guarda-Mor, Minas Gerais, perto da divisa com Santo Antônio do Rio Verde, em Goiás. O local é de difícil acesso.

Os bombeiros de Catalão, município goiano que fica a 110 quilômetros do local, foram chamados, mas quando chegaram, o fogo já tinha consumido a aeronave, um jato executivo de pequeno porte.  O jato decolou de Brasília às 18h39 da tarde e ia para São Paulo. Às 7 horas e 4 minutos, desapareceu do radar.

O avião, um Cessna, com capacidade para levar até oito pessoas, pertencia ao Bradesco. Já se sabe que estavam no jato, Lúcio Flávio Condurú de Oliveira, presidente da Bradesco Vida e Previdência, e Marco Antônio Rossi, presidente da Bradesco Seguros, além dos dois pilotos.

As equipes de investigação da Força Aérea Brasileira devem chegar ao local do acidente pela manhã. Segundo os peritos da Polícia Civil de Paracatu, Minas Gerais, os corpos vão ser levados para o IML de Paracatu para identificação por DNA.

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