Para que as crianças se sintam mais tranqüilas, é recomendado que os pais falem das qualidades que os filhos verão no novo ambiente.

Nem sempre é fácil. Ao iniciarem a vida escolar, muitas crianças estranham a rotina. É preciso paciência para lidar com as mudanças e encarar o novo ambiente longe dos pais.

A reportagem do Opinião entrevistou a pedagoga e diretora da EE “Professora Joanita Kammer Martins Pereira“, Silvana Michelin, sobre dicas para que os pais saibam lidar com essa fase e a torná-la mais tranqüila ao aprendizado da criança.

Para que as crianças se sintam mais tranqüilas, é recomendado que os pais falem das qualidades que os filhos verão no novo ambiente.
Para que as crianças se sintam mais tranqüilas, é recomendado que os pais falem das qualidades que os filhos verão no novo ambiente.

Para que as crianças se sintam mais tranqüilas, a pedagoga sugere que os pais falem das qualidades que os filhos verão no novo ambiente. “O ideal é que os pais falem da escola, dos novos amiguinhos e também da professora que irá ensinar coisas novas”, ressalta.

No entanto, ao colocarem os filhos nas escolas, os pais devem verificar se o local permite a permanência dos mesmos na fase de adaptação, avós ou outra pessoa que auxilia na criação da criança. “Nos primeiros dias é primordial a presença dos pais e a escola deve permitir isso, pois a criança precisa se sentir segura. Porém no decorrer dos dias, os pais deverão diminuir esta presença gradativamente”, explica Silvana.

Segundo a pedagoga, a fase mais indicada para o início da vida escolar é com cerca de três anos de idade. “Nessa faixa as crianças têm um desenvolvimento melhor, mas vale ressaltar que a educação obrigatória é a partir dos quatro anos de idade”, afirma.

Nos demais momentos de transição da vida escolar, como do Ensino Infantil para o Ensino Fundamental e depois para o Médio, as crianças já entendem melhor o processo e sabem verbalizar seus anseios. Isso facilita o entendimento deste processo para elas, que passam a criar laços, reconhecem seus espaços e trabalham de forma mais efetiva em sua própria integração.

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