O DMA (Departamento de Meio Ambiente), em parceria com o Instituto Florestal do Estado de São Paulo, iniciaram o mapeamento das árvores da Praça Barão de Araras.

Trabalho verifica também as condições fitossanitárias de cada árvore da Praça

“Inicialmente estamos catalogando cada espécie. Depois, elas serão identificadas com placas para fazermos, posteriormente, um trabalho de educação ambiental com alunos da rede pública de ensino”, comentou a diretora de serviços de educação ecológica do DMA, Bruna Fatoretto.

Segundo o técnico do Instituto Florestal, o biólogo e pesquisador científico Osny Tadeu de Aguiar, além do levantamento do número de espécies da Praça, a intenção é observar como está a saúde das árvores. “Estamos elaborando um relatório minucioso de cada árvore, observando as condições fitossanitárias, ou seja, se elas estão doentes, se há risco de queda, e verificando principalmente a qualidade das espécies que estão nesta Praça”, disse o biólogo.

Daniel Kobori, gestor ambiental do DMA, afirmou que já foram catalogadas 262 árvores de um dos lados da Praça. “Já foi possível identificar várias espécies nativas e importadas, como cibipirunas, pau-brasil, ipê roxo, ipê branco, ipê amarelo, palmeiras, flamboyant, copaíba e muitas outras. Felizmente, nossa diversidade é grande”, comentou.

O DMA, órgão ligado ao Saema (Serviço de Água, Esgoto e Meio Ambiente), já realizou este tipo de trabalho identificando espécies de árvores plantadas na autarquia e também no Parque Municipal Fábio da Silva Prado (Lago).

O objetivo desta identificação é ressaltar o valor das árvores no meio ambiente, conscientizando a população sobre a importância da educação ambiental e da preservação da natureza, valorizando assim as espécies encontradas. Em cada árvore é colocada uma placa de identificação.

 

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