A crise financeira que assola o país não deve prejudicar o movimento dos restaurantes hoje, 10, em que se comemorado o Dia das Mães. O setor que está otimista em relação a data que é uma das mais importantes do ano para o setor.

De acordo com Paulo Roberto, a expectativa é que o movimento cresça 70%. “Mesmo assim não podemos esquecer a crise financeira do Brasil”, ressaltou.

O volume de vendas é explicado pelo costume de “dar uma folga para as mães na cozinha” convidando-as para almoçar ou jantar fora. O perfil dos clientes neste dia é de famílias numerosas à mesa dos restaurantes.

A expectativa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) para o Dia das Mães é de 100% de aumento no movimento e 30% no aumento do faturamento em relação a um domingo normal. 

 

Opinião traz dicas para a troca de presentes

Para marcar Dia das Mães os filhos dão presentes que muitas vezes podem transformar em dor de cabeça na hora da troca. Para esclarecer as dúvidas a reportagem do Opinião traz as informações do Código de Defesa do Consumidor que orienta qual deve ser a conduta do cliente e da loja.

Os motivos para a troca são os mais diversos e é bom o consumidor ficar atento às regras estabelecidas pelo Código. O lojista não é obrigado a fazer a troca simplesmente porque o presenteado não agradou do modelo, da cor ou do tamanho.

Por outro lado, se o produto apresentar defeito deverá ser encaminhado à assistência técnica e ser reparado em até 30 dias. Caso o problema não seja resolvido, o lojista é obrigado a fazer a troca por um outro de igual valor ou devolver o dinheiro corrigido. Geralmente as lojas fazem a troca, visando fidelizar o cliente.

De acordo com o Procon (Fundação de Defesa do Consumidor) correto é o consumidor pedir ao lojista, por escrito, todas as condições de troca do estabelecimento anteriormente, desta forma o lojista é obrigado a cumpri-las. Algumas lojas dão sete dias para efetuar a troca, outras dão 15 dias e algumas até 30 dias. As únicas exigências são a etiqueta no produto e o prazo para a troca.

O prazo é de até 30 dias para reclamação quando há vício em ítem não durável (como alimentos e outros produtos que se acabam com o uso). Para os produtos duráveis que também apresentam vícios, o prazo é de até 90 dias, quando é fácil constatar o problema.

É bom o consumidor ficar atento com o prazo da troca. De acordo com o CDC, o prazo começa a ser contado a partir do momento em que o produto é adquirido e não de quando é entregue à pessoa presenteada.

O Procon ressalta que para as compras feitas pela internet, por telefone ou por catálogo, a regra é diferente. Nesses casos, o consumidor tem direito do arrependimento da compra em até sete dias corridos após receber a encomenda. Para isso, basta devolver o produto (com todas as características preservadas) e pedir o dinheiro de volta.

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