Para tentar recuperar a imagem e a saúde financeira, Correios tentam acabar com serviços baratos, como os fretes das importadoras chinesas

Febre das compras online, a postagem grátis ou a 1 dólar, equivalente a pouco mais de R$ 3,00, é um dos vilões da decadência da empresa.

Segundo Guilherme Campos, presidente dos Correios, as perdas somam R$ 1 bilhão por ano com o envio de pacotes sem registro.

São as entregas de “pequenas encomendas simples”, geralmente enviadas por lojas virtuais sem código de rastreamento, com etiquetas fora do padrão, sem CEP em código de barras. Pelo serviço convencional, cada remessa registrada custaria R$ 15,00.

A operação é classificada por Campos como “camelô eletrônico” e já foi alvo de reclamações também nos Estados Unidos.

Em greve por tempo indeterminado, os Correios querem convencer o governo chinês a usar o serviço tarifado padrão.

E pretendem implantar, ainda este ano, o frete pago no ato da entrega. Os Correios estão em greve desde a última segunda-feira, com adesão parcial em 20 estados e no Distrito Federal.

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