A arara-azul-de-lear é endêmica de área restrita da caatinga do estado da Bahia

A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo está promovendo uma enquete para escolha do nome da arara-azul-de-lear, primeira da espécie nascida em cativeiro no Zoo de São Paulo/SP, e também no Hemisfério Sul, no dia 13 de abril. Para a secretária do Meio Ambiente, Patrícia Iglecias, “foi um momento histórico para o país, pois a espécie corre risco de extinção”.

A arara-azul-de-lear é endêmica de área restrita da caatinga do estado da Bahia
A arara-azul-de-lear é endêmica de área restrita da caatinga do estado da Bahia

Nesta semana, foi identificado o sexo da ararinha. Como a ave é macho, a área técnica do Zoológico selecionou três opções de nomes (Cícero, Teobaldo e Belarmino), com base em personagens da literatura de cordel, poesia popular do Nordeste, região em que a arara-azul-de-lear ocorre naturalmente. A enquete vai até a próxima quinta-feira, dia 18.

Para votar, é preciso acessar o site da secretaria e clicar no ícone da enquete ou pelo link www.ambiente.sp.gov.br/blog/2015/06/11/zoo-faz-enquete-para-escolha-de-nome-da-ararinha-azul-de-lear/ .

 

Características

A arara-azul-de-lear é endêmica de área restrita da caatinga do estado da Bahia. Vive em bandos e utiliza paredões rochosos para dormitório e reprodução. Sua refeição predileta é o coco de palmeira licuri. Ocorreu em 1982 nos Estados Unidos a primeira reprodução em cativeiro da ave. Atualmente, apenas duas instituições estrangeiras, localizadas na Espanha e Catar, continuam a reproduzi-la. Segundo a União Internacional para Conservação da Natureza (IUNC), a espécie está ameaçada de extinção pela degradação do ambiente, falta de alimento e tráfico de animais.

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