Escola foi reaberta há oito meses após reforma em sua estrutura, com o objetivo de resolver o problema quando houve a aparecimentos de escorpiões em 2017. (Foto: César Foguel/Opinião)

Segundo informações de um funcionário da escola, os animais foram encontrados em uma sala de aula e também na área externa próxima lavanderia

 

A Emeief Dona Manoela Lacerda de Vergueiro, localizada no Jardim Belvedere, voltou a ter problemas com a aparição de escorpiões. A unidade passou por um reforma recentemente com o objetivo de resolver o caso que começou no ano passado, quando os alunos chegaram a ser transferidos para as salas de catequese da Paróquia Bom Jesus.

Segundo informações de um funcionário da escola, os animais foram vistos em uma sala de aula e também na área externa próxima a lavanderia. No entanto, nenhum incidente foi registrado envolvendo alunos, professores ou funcionários.

“Já estamos cientes sobre o caso e imediatamente tomamos as primeiras medidas preventivas, como acionar o departamento de zoonoses, além de inspeções e dedetizações”, informou a secretária municipal de Educação, Mariana Mani Moura. “Faltam poucos dias para o fim do ano letivo e esta escola não servirá como polo de atendimento aos alunos durante o recesso escolar. Mesmo assim pretendemos marcar uma reunião com os pais na próxima quarta-feira (21), juntamente com o secretário de Obras, Celso Canassa, para explicar a eles o que foi feito na última reforma da escola e também decidir quais medidas tomar para solucionar de vez o problema”, completou a secretária.

No entanto, a pasta, por meio da Prefeitura Municipal, não falam em evacuar o prédio, pois há suspeitas de que os escorpiões possam estar vindo de outro local. Próximo à unidade, por exemplo, existe o prédio em que funcionava a Secretaria de Saúde, o qual hoje está desativado e o mato alto tomou conta dos arredores. Por baixo da escola também passa a tubulação da rede de esgoto do bairro, de ontem também poderiam vir estes artrópodes.

Próximo à unidade, por exemplo, existe o prédio em que funcionava a Secretaria de Saúde, o qual hoje está desativado e o mato alto tomou conta dos arredores, e há suspeita de que os animais possam vir de lá. (Foto: César Foguel/Opinião)

Reforma

Há oito meses a Emeief foi reaberta após reforma em sua estrutura, com o objetivo de resolver o problema da infestação destes aracnídeos. Os trabalhos incluíram a troca do telhado, retirada de armários e forros antigos, melhorias na rede de esgoto como a colocação de válvulas de repressão hidráulica – o que impede que animais que circulam pelo esgoto voltem e subam pelos ralos. Além disso, foi realizada a substituição da areia do parquinho, pintura geral, colocação de telas de proteção de insetos e o aterramento das raízes da seringueira que existe no local com a colocação de grama na superfície. A obra foi coordenada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas e teve o custo de R$ 87.440,62, cujos recursos foram provenientes de verba da educação básica.

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