Os jornalistas Luiz Closs e Tiago Penteado tiveram as férias no Chile marcada pelo terremoto na última quarta-feira, dia 16. Os ex-funcionários do Opinião Jornal presenciaram o pânico e desespero do abalo que causou a morte de pelo menos 11 pessoas e tirou 1 milhão de casa.

Closs atualmente trabalha na Câmara de Araras, junto o gabinete da presidência e Penteado atua em um veículo de comunicação em Araras.

De acordo com Closs, em Santiago não aconteceu nada muito grave, o prédio em que estavam balançou, o que assustou os jornalistas que saíram do prédio em que estavam hospedados e foram para rua, quando sentiram um tremor mais leve.

Segundo as informações, ondas de até 4,5 metros atingiram a cidade de Coquimbo. O tremor inicial foi às 19h54 (hora local, mesma de Brasília) e houve pelo menos 11 réplicas de tremores com magnitude maior que 4,4, segundo o serviço sismológico chileno. De acordo com o Centro Nacional de Sismologia da Universidad de Chile, o sismo teve seu epicentro localizado 36 quilômetros ao oeste da cidade de Canela e a 11 quilômetros de profundidade. O epicentro do tremor foi no mar, a 243 km de Santiago e a pouco mais de 10 km da costa.

A magnitude do tremor foi 8,3, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) —  o serviço sismológico chileno informou 8,4. As autoridades locais determinaram a evacuação das áreas litorâneas, enquanto imagens de televisão mostravam sirenes de alerta ativadas. O terremoto de 2010, que deixou centenas de mortos no Chile, teve magnitude 8,8.

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