Exército assume a segurança no Rio de Janeiro com objetivo maior do que a já pesada missão de restabelecer a ordem e reduzir a violência

Quer também reestruturar a polícia com mais carros e armas. A expectativa dos militares é que durante a intervenção, o governo libere recursos que cubram também as despesas estruturais.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que estuda liberar empréstimo de aproximadamente R$ 1 bilhão ao estado do Rio.

Ao ser designado interventor, o general Braga Neto criou um grupo de trabalho para mapear a estrutura da polícia fluminense.

O resultado do diagnóstico é caótico: a tropa está com moral em baixa, desmotivada e desequipada, afirmou um oficial ao jornal Estadão.

Segundo o relatório, os militares também estão ofendidos moralmente diante do sucateamento da carreira. Coronéis se aposentam em torno dos 48 anos com salário de R$ 26 mil, equivalente ao soldo básico do pessoal da ativa.

Já policiais e bombeiros se aposentam pelo teto de R$ 8 mil. A frota de viaturas, estimada em quase 7 mil carros roda com pouco mais de 3 mil veículos em condições precárias.

Todos os gastos e aspectos legais das Forças Armadas durante a intervenção serão fiscalizados pelo Tribunal de Contas da União.

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