FequimfarO ararense Sérgio Luiz Leite, o Serginho, presidente da Fequimfar (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo, entidade filiada à Força Sindical e CNTQ – Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Químico) e 1º secretário da Força Sindical, participará da reunião dos ministros do Trabalho dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) nos dias 25 e 26. Já confirmaram presença representantes do movimento sindical dos BRICS e OIT, em Moscou, na Rússia.

Na ocasião, Serginho falará sobre o “Compromisso com o desenvolvimento”, ação inédita que envolve representantes da classe trabalhadora e do setor empresarial, e se compromete com o avanço do fortalecimento do sistema econômico produtivo, das condições e das relações de trabalho, por meio de medidas emergenciais que revertam as expectativas que ameaçam o presente e o futuro do Brasil.

No âmbito internacional, o dirigente reafirmará a importância do processo dos BRICS, especialmente para os países em desenvolvimento e que as Centrais Sindicais dos países que compõem os BRICS devem estar representadas nos diversos grupos de trabalho, incluindo o Banco de Desenvolvimento dos BRICS, de forma a garantir que a dimensão da participação social nos BRICS seja fortalecida. Por meio da oficialização dos BRICS Sindical, como um espaço laboral, também será possível formular propostas e compromissos sobre temas relacionados à proteção social e trabalho decente.

“Num cenário em que se destacam a interdependência global, abertura econômica e novas tecnologias, as relações entre capital e trabalho têm sofrido uma série de mudanças que precisam ser amplamente discutidas e avaliadas a fim de trazer ideias que possam melhorar esse processo. A globalização tem trazido vantagens para o desenvolvimento econômico, entretanto, impactos negativos em matéria de distribuição de renda, pobreza, desemprego, migração, informalidade e o ataque aos direitos da classe trabalhadora. Sob o pretexto de superar a crise econômica, por exemplo, a maioria dos países está fazendo investidas contra a organização sindical, direitos e conquistas dos trabalhadores. Nós, do movimento sindical brasileiro, estamos unidos e comprometidos com o fortalecimento da unidade de ação sindical, a luta pelo emprego, pela manutenção e ampliação dos direitos sociais e conquistas dos trabalhadores e da sociedade brasileira”.


Maria Gabriela Córnia (Com informações da assessoria da Fquimfar)

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