O Governo do Estado de São Paulo divulgou, por meio no Diário Oficial do Estado de São Paulo, a legislação que altera para até três anos a atuação de professores temporários na rede estadual de ensino. O novo projeto da Secretaria da Educação, aprovado em legislação, possibilitará aos docentes que atuam mediante faltas e licenças dos professores concursados, a extensão de seu tempo de trabalho.

A partir de agora, os docentes substitutos poderão ter contratos prorrogados por três ou dois anos a mais do que ocorreria atualmente, antes da implantação da nova lei atualmente aprovada. Os 180 dias de afastamento antes de um novo contrato temporário só serão cumpridos após os três anos de atuação. No caso dos professores indígenas, este período de afastamento é de 30 dias.

Segundo a Educação, à medida que o Governo do Estado garante melhores direitos aos professores temporários, também continua atuando para manter os professores em sala de aula. Nos últimos anos, já foram chamados 36 mil docentes concursados para as salas de aulas paulistas.

A nova legislação apóia a política de valorização dos docentes da rede paulista, que garantiu 45% em reajustes salariais nos últimos quatro anos. Os professores temporários também recebem os mesmos salários que os profissionais efetivos, de acordo com sua jornada. Além disso, somente neste ano, o governo realizou o pagamento do maior bônus de sua história, que, segundo ele, ultrapassou R$ 1 bilhão para os profissionais das escolas que apresentaram melhorias em seus indicadores educacionais. (Com informações da Assessoria de Comunicação e Imprensa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo)

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

*