Os manifestantes se reuniram em frente ao Ginásio Nelson Rüegger antes de abastecer os veículos

A ideia dos manifestantes é protestar contra um possível cartel existente entre os donos de postos no município

Os manifestantes se reuniram em frente ao Ginásio Nelson Rüegger antes de abastecer os veículos
Os manifestantes se reuniram em frente ao Ginásio Nelson Rüegger antes de abastecer os veículos

Nunca foi provado criminalmente, mas, mesmo assim, diversos ararenses afirmam que na cidade exista um cartel entre os postos de combustíveis e, pensando nisso, via WhatsApp, motoristas se reuniram no início da noite de ontem (22) para um protesto em postos da cidade. Os motoristas abasteceram valores mínimos nas bombas, como R$ 0,50 e R$ 1,00.

O grupo se mobilizou em frente ao Ginásio Municipal de Esporte Nelson Rüegger e de lá foram em três postos da cidade para realizar o abastecimento em forma de protesto.

Participaram da ação cerca de dez veículos e o agendamento foi realizado em um grupo que atualmente possui cerca de 200 pessoas. A ideia é promover pelo menos mais dois protestos, amanhã (24) à noite e também na manhã de sábado (25).

Os motoristas usaram moedas para abastecer em três postos do município
Os motoristas usaram moedas para abastecer em três postos do município

O principal objetivo do grupo é protestar não apenas sob os impostos cobrados nos combustíveis em todo o País, mas principalmente em Araras, que, segundo um dos organizadores do movimento, é o mais caro da região. “Nossa gasolina é a mais cara, até em Conchal é mais barato”, disse Régis Dutra.

Em média, a gasolina em Araras é vendida nos postos entre R$ 3,96 e R$ 4,05 o litro. Já o etanol em média custa R$ 2,75. Na região a média de fato é menor, como em Limeira em que a gasolina está em torno de R$ 3,90, mas chega no valor de R$ 3,59 em alguns postos  e o valor de R$ 2,70 para o etanol.

Lucas Neri

 

 

 

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