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De acordo com a professora, os guardas danificaram o cadeado, um vidro e a porta

op 4op1Uma operação que executou oito prisões e uma apreensão de menor na última terça-feira, dia 9, teria sido um completo sucesso se não fosse uma casa arrombada de quem não é criminoso durante um dos cumprimentos de mandados de busca e apreensão no bairro Jardim Flamboyant. A Guarda Municipal, que realizava a operação em conjunto com a Polícia Civil, foi até uma residência no bairro para cumprir o mandado e chegando lá os donos não estavam na residência, foi aí que arrombaram o portão e a porta da casa. O que os GMs não contavam é que o procurado não mora mais no local há meses e que os atuais moradores da residência não possuem ligações com o procurado e nem tão pouco com o crime.

Outro fato que deixou a moradora da casa, uma professora que preferiu não se identificar, mas cujas iniciais são C.R., indignada, foi que além de arrombarem a residência, ao saírem, deixaram a residência aberta. “Eu só fiquei sabendo no fim da tarde que foram em casa. Eu trabalho fora e só chegaria em casa no
início da noite então minha casa ficaria aberta com risco de assalto. Uma amiga que me ligou perguntando se haviam roubado minha casa, já que estava com os portões e portas abertas e quebradas”, explicou a mulher que preferiu não se identificar.

Segundo a vítima, que registrou o boletim da ocorrência na Delegacia de Polícia Civil de Araras, foram danificados o cadeado

do portão, um vidro da porta e a porta também que foi arrombada. A reportagem do Opinião Jornal presenciou na própria Delegacia, a Polícia ressarcir o cadeado para a vítima até então.

De acordo com a polícia, apenas houve a invasão do imóvel porque os guardas municipais ouviram barulhos e suspeitaram da presença do suspeito no interior da casa, que inclusive teve sua prisão decretada pela justiça.  A família da professora se mudou recentemente para o imóvel que é alugado.

Ainda conforme relato da vítima que mora no local a menos de dois meses, a Polícia Militar já havia ido até a residência à procura do foragido da Justiça, na ocasião ela teria relatado que na casa não morava mais o procurado, e que também sequer conhece o antigo morador, já que a residência é alugada diretamente com a imobiliária.

 

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