O presidente do Partido da Solidariedade de Araras, Helber Liberato Bovo, enviou esclarecimentos para o Opinião com relação às manifestações de vereadores de Araras em matérias publicadas por este meio de comunicação, sobre a redução do salário do legislativo.

Helder enviou um requerimento à Câmara Municipal de Araras na sexta-feira, dia 17 de junho, para a revisão do subsídio (salário) pago para os vereadores. Isso gerou certa polêmica dentro da Câmara Municipal de Araras, fazendo com que vários vereadores se pronunciassem com relação ao ofício.

Helder

Em resposta as últimas manifestações do legislativo, Helder afirma que, “Os motivos para tal requerimento já foram expostos no documento”, em sua opinião, Helder ainda alega que “O vereador é um cargo eletivo, não tem carga horária e nem patrão. Além disso, trata-se de uma prestação de serviços quase voluntária a população, não é profissão. Tem uma equipe disponível para fazer todo o trabalho administrativo e burocrático para eles. As tarefas e prioridades são de cada um e não é de uma chefia comum, ou seja, cada um faz o que quer e achar que é melhor para ele e para população. Com essas explicações, acredito que a redução do salário é viável e justa“, comentou.

Helder ainda diz que “Com a redução do salário, seria possível aumentar o número de vereadores e dessa forma o povo teria mais representatividade. Significaria mais gente dentro da Câmara defendendo os interesses da população. E os candidatos a vereadores estariam se candidatando para representar o povo e não pelo salário pago. Essa é minha opinião e de 80% da população conforme pesquisa feita em Araras pelo Opinião”, acrescentou.

O presidente do Solidariedade de Araras explicou que o partido está estudando a possibilidade de iniciar um projeto de Lei de iniciativa popular a fim de obter assinaturas da população e protocolar na Câmara Municipal. “Tal iniciativa já foi feita em outros municípios e já adotaram a faixa de um salário mínimo como ajuda de custo aos vereadores. Friso que essa é minha opinião e nada impede que outras pessoas tenham outras opiniões”, comenta Helder.

Questionado sobre o fato de vários vereadores alegarem que o salário de Helder é de R$ 9.492,10 recebido pelo Governo do Estado de São Paulo através da Coordenadoria de Operações que é responsável pelos PAT’s, e que se ele renunciasse o tal salário, os vereadores também o fariam, Bovo respondeu:  “Precisamos esclarecer que sou funcionário,  tenho chefia e carga horária. Já os vereadores receberem um subsídio, seria o mesmo que pedir para os funcionários da prefeitura não receberem salário pelas oito horas trabalhadas por dia. É apenas o meu pedido e minha opinião”, finaliza Helder.

(Gabriela Grigoletto) 

 

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