O corpo foi encontrado no meio da rua, no cruzamento das ruas Pedro Ivan Moreli e rua Antônio Francisco Spatti, no Jardim das Orquídeas, zona leste da cidade.

Josafá Jesus dos Santos foi morto no meio da rua com três tiros no peito. Ninguém ainda foi preso

O corpo foi encontrado no meio da rua, no cruzamento das ruas Pedro Ivan Moreli e rua Antônio Francisco Spatti, no Jardim das Orquídeas, zona leste da cidade.
O corpo foi encontrado no meio da rua, no cruzamento das ruas Pedro Ivan Moreli e rua Antônio Francisco Spatti, no Jardim das Orquídeas, zona leste da cidade.

Um homem de 38 anos de idade foi assassinado a tiros na madrugada de ontem (2) no Jardim das Orquídeas. Josafá Jesus dos Santos que era separador de sucatas morava nas proximidades de onde foi assassinado.

O homicídio aconteceu por volta das 00h02, a vítima foi atingida com pelo menos três tiros no peito. O corpo foi encontrado no meio da rua, no cruzamento das ruas Pedro Ivan Moreli e rua Antônio Francisco Spatti, no Jardim das Orquídeas, zona leste da cidade.

Investigadores da Polícia Civil estiveram no local, mas nenhuma evidência a mais foi colhida pelos peritos a não ser depoimentos que dão conta de que um homem negro, magro e alto havia sido o autor dos disparos.

O corpo de Josafá foi levado para o IML (Instituto Médico Legal) em Limeira e sepultado ainda na tarde de ontem no Cemitério Municipal de Araras.

Investigação Policial

Informações colhidas da equipe de investigações da Polícia Civil de Araras, apontam que identificar o autor deste crime é complexo, já que, segundo a polícia, Josafá tem um vasto histórico de envolvimento com o crime organizado, principalmente com tráfico de drogas e inclusive já foi preso outras vezes, mesmo assim o trabalho será intenso para identificação e prisão do suspeito.

O investigador chefe de Araras ainda se recordou de uma história envolvendo a suspeito há alguns anos, em que ele foi até a residência de Josafá para atender uma denúncia de tráfico de drogas e avistou uma criança brincando na areia do quintal da residência. Fernando Simoneto conta que a criança brincava com uma calculadora e areia, e que ela enchia saquinhos plásticos com areia e colocava sob a calculadora fazendo uma alusão ao empacotamento e pesagem de droga, e que na ocasião a criança ainda disse ao policial que estava brincando de “fazer saquinho” igual ao pai.

Lucas Neri

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