Cientistas americanos criam inteligência artificial capaz de dar melhor precisão sobre morte de pacientes com câncer em fase terminal

Segundo os cientistas, estudos mostram que médicos tendem a superestimar prognósticos, e isso resulta em uma incompatibilidade entre o desejo dos pacientes e o cuidado real no final da vida.

Uma previsão correta pode oferecer ao paciente, por exemplo, passar os últimos dias cercados de parentes e amigos, em vez de ficarem sozinhos em um quarto de hospital.

Para conseguir criar este novo método, foram usados registros médicos de mais de dois milhões de pacientes para encontrar padrões que médicos costumam ignorar. Agora, com 90% de precisão, o método pode colaborar muito para a medicina moderna.

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