Ex-governador da Bahia, Jaques Wagner, é apontado pelo suposto superfaturamento de obras da Arena Fonte Nova, em Salvador, no valor de 82 milhões de reais

Na última segunda-feira (26), a Polícia Federal chegou a pedir a prisão temporária do petista, do secretário de Casa Civil do Estado, Bruno Dauster, e de um empresário, que estariam envolvidos no caso.

Mas, as solicitações foram negadas pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, responsável pelos mandados da Operação Cartão Vermelho.

Jaques Wagner foi alvo de mandado de busca e apreensão da investigação e teve a residência e o gabinete na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do governo do Estado vasculhados.

A Polícia Federal identificou que a licitação que atingiu Parceria Público Privada foi direcionada para beneficiar o consórcio Fonte Nova Participações, formado pelas empresas Odebrecht e OAS.

A obra, segundo laudo pericial, foi superfaturada em valores que, corrigidos, podem chegar a mais de 450 milhões, sendo grande parte desviado para o pagamento de propina e o financiamento de campanhas eleitorais.

O ex-governador chefiou o Estado entre 2007 e 2014. A Operação Cartão Vermelho, busca suspeitos de envolvimento na fraude a licitação, superfaturamento, desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro.

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