A organização do Movimento Vem Pra Rua em Araras avalia que cerca de 800 pessoas participaram da manifestação neste domingo, dia 16. A concentração ocorreu na Praça Barão de Araras, de onde caminharam por ruas da região central e retornaram após aproximadamente 1 hora.

O secretário de Segurança Pública e Defesa Civil, João Tranquilo Beraldo, avalia que de 400 a 500 pessoas participaram da manifestação em Araras, que ocorreu de maneira pacifica e sem incidentes.

Os manifestante pediram completa investigação e o fim dos sucessivos esquemas de corrupção do Partido dos Trabalhadores, durante sua permanência no poder nesses quase 13 anos, com o objetivo de demonstrar toda sua indignação contra o Governo Federal.

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A organização do Movimento Vem Pra Rua em Araras avalia que cerca de 800 pessoas participaram da manifestação neste domingo, dia 16.

Brasileiros foram às ruas em 205 cidades em todos os estados e no Distrito Federal em protesto contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). As manifestações levaram mais pessoas às ruas do que as de 12 abril, mas menos do que as de 15 março, segundo a polícia e os organizadores. A PM estimou em 879 mil o total de manifestantes deste domingo. Em abril, foram 701 mil e em março, 2,4 milhões.

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A concentração ocorreu na Praça Barão de Araras

Considerando os números dos organizadores, participaram 2 milhões neste domingo, 1,5 milhão em abril e 3 milhões em março.

Grande parte dos manifestantes pedia a renúncia ou o impeachment da presidente e cobrava o fim da corrupção. Pela primeira vez, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi fortemente criticado. Muitos participantes vestiam verde amarelo e levavam bandeiras do Brasil. Também foram vistas faixas com referência à Operação Lava Jato e elogiando o juiz Sérgio Moro.

Na noite deste domingo, o Instituto Lula divulgou nota na qual afirmou que o ex-presidente jamais cometeu ilegalidades antes, durante ou depois de seus dois mandatos.
Processo contra Dilma

Pedido de vista do ministro Luiz Fux, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), suspendeu, na sessão desta quinta-feira, dia 13, o julgamento de recurso em uma Aime (Ação de Investigação de Mandato Eletivo) proposta pela Coligação Muda Brasil, que teve o candidato Aécio Neves (PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira) à presidência da República nas eleições de 2014, contra a Coligação Muda Brasil, da candidata Dilma Rousseff, além do vice-presidente Michel Temer e do próprio PT (Partido dos Trabalhadores) e do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro).

O PSDB afirma, no pedido, que durante a campanha eleitoral de 2014 houve abuso de poder político de Dilma pela prática de desvio de finalidade na convocação de rede nacional de emissoras de radiodifusão; manipulação na divulgação de indicadores socioeconômicos – abuso cumulado com perpetração de fraude; uso indevido de prédios e equipamentos públicos para a realização de atos próprios de campanha e veiculação de publicidade institucional em período vedado.

Sustenta, ainda, que houve abuso de poder econômico e fraude, com a realização de gastos de campanha em valor que extrapola o limite informado; financiamento de campanha mediante doações oficiais de empreiteiras contratadas pela Petrobras como parte da distribuição de propinas; massiva propaganda eleitoral levada a efeito por meio de recursos geridos por entidades sindicais; transporte de eleitores por meio de organização supostamente não governamental que recebe verba pública para participação em comício na cidade de Petrolina (PE); uso indevido de meios de comunicação social consistente na utilização do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para veicular mentiras; despesas irregulares – falta de comprovantes idôneos de significativa parcela das despesas efetuadas na campanha e fraude na disseminação de falsas informações a respeito da extinção de programas sociais.

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