Segundo informações da Guarda Civil Municipal (GCM), o corpo estava em um terreno que fica ao lado do condomínio onde ela morava

O corpo de Ana Gabrielle Santos Ferreira foi encontrado por volta das 14 horas de ontem, dia 20, em Conchal/SP. A

Segundo informações da Guarda Civil Municipal (GCM), o corpo estava em um terreno que fica ao lado do condomínio onde ela morava
Segundo informações da Guarda Civil Municipal (GCM), o corpo estava em um terreno que fica ao lado do condomínio onde ela morava

menina de 6 anos estava desaparecida na noite de sábado, dia 15. Por enquanto, ninguém foi preso.
Segundo informações da Guarda Civil Municipal (GCM), o corpo estava em um terreno que fica ao lado do condomínio onde ela morava. Uma denúncia anônima levou os agentes ao local.

Enrolada em um lençol e coberta com um saco plástico, a criança estava com as mãos amarradas, e uma faca cravada no pescoço. Também havia sinais de golpes pelo corpo. A menina estava com o vestido que usava no dia do desaparecimento.
A GCM informou ainda que a suspeita é que a o corpo tenha sido abandonado no local no início da manhã desta quinta-feira, já que equipes fizeram ronda pela região na madrugada e não encontraram nada. A Polícia Civil e aforam até o local.

 

Mobilização

Ana Gabrielle foi vista pela última vez brincando no condomínio do CDHU. A família se mobilizou a cidade nas redes sociais e busca informações sobre o paradeiro da criança. Um boletim de ocorrência também foi registrado.

O padrasto da menina, Leandro Aparecido Cremasco, contou que a menina estava no apartamento com a tia e sumiu por volta das 20h30. “Ninguém viu nada. Essa foi a primeira vez que ela sumiu, é comportada e não conversava com estranho”, disse.

A família já fez buscas pela cidade, providenciou cartazes com foto e mobilizou uma campanha no Facebook.  A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros também atuaram na busca.

 

Desaparecimento

garota
Ana Gabrielle foi vista pela última vez brincando no condomínio do CDHU

Rosângela Alves Ferreira, tia da menina, contou que, na noite de sábado, além dela e da sobrinha, estavam no apartamento sua filha de 10 anos e seu namorado. “A Ana estava comendo o bolo que fiz para ela”, lembrou a tia.

De acordo com a mulher, em determinado momento ela desceu as escadas do prédio e a filha foi atrás, levando uma bolsa. Quando as duas voltaram, a criança não estava mais na sala. “Perguntei para o meu namorado e ele disse que ela tinha descido atrás da gente”, afirmou.

“Eu só dei uma saidinha de três a quatro minutos e quando voltei para dentro ela já não estava mais. Eu acho que ela desencontrou o caminho e na hora que entramos e vimos que ela não estava e descemos, ela pode ter corrido para a rua, alguém pode ter chamado. Está um mistério muito grande”, falou Rosângela.

Desde então, ninguém mais teve informações sobre o paradeiro da criança, que usava um macacão verde, azul e branco e sandálias vermelhas.

Sem notícias, a mãe da garota, Suzana dos Santos Ferreira, não conseguiu comer e desmaiou. Ela teve de tomar soro e ficou sob efeito de calmantes, de acordo com Rosângela. (Com informações g1.globo.com).

 


 

Caso é similar ao de Beatriz

 

Em Araras há um caso, ainda em aberto e sem fortes suspeitos, que infelizmente é similar ao da menina de Conchal. O caso Beatriz virou repercussão após a garota de 14 anos ter sumido na manhã de uma quarta-feira em abril de 2013. Ela saiu de casa às 7h38 da manhã e às 8h25 a cabeleireira, onde tinha hora marcada, ligou aos pais comunicando o atraso da garota.

A mobilização em busca de Bia, como era conhecida por amigos e familiares, foi imediata e durante todo o dia postagens eram feitas nas redes sociais sobre o desaparecimento da garota.

O corpo foi encontrado na zona leste da cidade, na avenida Luiz Carlos Tunes, conhecida como Via Novela, em um canavial – local de difícil acesso – sete horas depois do seu desaparecimento

Quem encontrou a adolescente foram dois amigos próximos da família, que estavam na rua à procura do paradeiro da garota. Um deles foi Rodrigo Fernando Batista, que foi avisado pela esposa do sumiço da menina, logo pela manhã. Segundo ele, assim que chegaram ao local do crime, depois de andar por vários lugares da cidade e identificarem que se tratava de Beatriz, avisaram de imediato à polícia e em seguida a família.

A adolescente estava vestida com as roupas que saiu de casa, calça jeans e moletom preto. O corpo estava de bruços sobre a cana com sinais de violência física na cabeça, rosto e perfurações nas costas e ela estava descalça.

Na época, em uma coletiva o delegado titular na ocasião, Sydney Urbach, adiantou que a linha de investigação leva a crer que Beatriz não foi morta no canavial e o local foi usado apenas para a ocultação do cadáver. Ainda de acordo com ele, foram encontrados no corpo da adolescente 11 perfurações feitas com um instrumento que lembra um espeto de churrasco ou um ferro de construção. “Ela não foi vitima de disparos de arma fogo. Na verdade recebeu golpes de um instrumento ponte agudo que transpassou o seu corpo, o que resultou em seu falecimento”, disse.

A necropsia do corpo foi realizada em Limeira. Os primeiros exames, informados ao delegado apontavam sinais de violência sexual no corpo, além de lesões de alta defesa nas coxas, braços e próximo aos seios.

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