Erosão se formou à beira da estrada José Ometto em recorrência das enxurradas formadas pela chuva. Moradores construíram muretas para tentar conter o avanço da erosão. (Foto: Giovanna Peterlevitz/TV Opinião)

Milton Luiz Zappa também contou à reportagem do Opinião que a constante travessia de capivaras na pista coloca em risco motoristas que passam pelo local

“É um perigo, uma hora uma van cheia de estudantes pode sofrer algum acidente aqui”. Esse é o depoimento do morador da estrada José Ometto, Milton Luiz Zappa, que alerta sobre uma erosão formada às margens da via, cujo problema pode ocasionar a queda de postes de energia que estão próximos ao buraco.

“Foi construída uma rotatória próximo no cruzamento da rodovia próximo ao acesso à Usina São João. A partir daí todas às vezes em que chove é formada uma grande enxurrada, onde a água acaba escoando para a beira da estrada e uma enorme erosão foi se formando”, explicou Milton, em entrevista ao telejornal Opinião da Cidade, da Rede Opinião de TV.

O munícipe contou que a Prefeitura já tentou tapar o buraco, porém o problema não foi resolvido. “A Prefeitura enviou caminhões com entulhos para fechar o buraco, porém da forma em que foram colocados a água acabou levando tudo e o problema continua”, disse. “Com isso, decidimos construir algumas muretas para tentar conter a força da água e também o avanço da erosão. Mas agora a Prefeitura tem que complementar o que já deviam ter feito anteriormente”, concluiu.

Outra preocupação dele são os postes de energia que ficam á beira do buraco, com o risco de cair a qualquer momento. “Nesta via há um tráfico intenso de vans escolares e se um poste cair com a fiação elétrica na rodovia, um grave acidente pode acontecer. Não podemos mais conviver com isso”, apontou Milton.

Outro problema, segundo ele, é a falta de sinalização em relação a presença de capivaras na rodovia. Em junho de 2016, o Opinião publicou uma notícia sobre o caso, onde o morador pedia a fiscalização do poder público. “Na época a Prefeitura colocou sinalizações no asfalto e placas indicando o limite de velocidade, mas com o tempo foram arrancadas e até hoje não foram repostas. Muitas capivaras atravessam a via com frequência e é questão de tempo para alguma tragédia acontecer”, contou Milton.

Procurado pela reportagem da Rede Opinião de TV, o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Celson Canassa, informou que uma equipe será enviada ao local para analisar a situação. A Intervias (Concessionária que administra as rodovias em Araras) também foi procurada pela redação, mas a mesma informou que o trecho está localizado no perímetro urbano, ou seja, sobre a responsabilidade da Prefeitura de Araras.

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