Quem quiser alcançar a Procuradoria-geral da União na sucessão da atual procuradora Raquel Dodge, em Setembro do ano que vem, deverá manter boa aproximação com o futuro ministro da Justiça, Sérgio Moro

A sorte foi lançada por membros do Ministério Público Federal ouvidos pela Folha de São Paulo.

O cargo terá papel determinante na cruzada anti-corrupção, que será reforçada pelo atual juiz licenciado da Lava Jato, à frente da pasta.

Especula-se que haverá troca na PGR ainda que a titular do cargo possa, pelo regulamento, ser reconduzida por mais dois anos.

O cargo de procurador-geral é normalmente ocupado por subprocuradores.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República. José Robalinho Cavalcanti, disse que vai procurar Moro para tratar da sucessão. E também sugerir nomes para a área de segurança pública.

Segundo rumores, Raquel Dodge não permanecerá no cargo porque o presidente eleito, Jair Bolsonaro, prefere alguém alinhado às suas ideias e voltado ao combate à corrupção.

A procuradora-geral foi autora de denúncia contra Bolsonaro, levado ao Supremo, por acusação de racismo.

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