Breno apresentou a representação no mês de abril Crédito: divulgação
Breno apresentou a representação no mês de abril
Crédito: divulgação

A promotora Juliana Peres Almenara, da 5ª Promotoria de Justiça de Araras, acatou a representação do vereador Breno Cortella (PDT- Partido Democrático Trabalhista), para que o Governo do Estado de São Paulo mantenha um número mínimo de policiais na cidade.

Breno apresentou a representação em abril, depois que a Justiça de Leme determinou que o governo cumpra os parâmetros da Resolução 105/2013 da Secretaria de Segurança Pública, estabelecendo um número mínimo de policiais civis nos municípios paulistas.

Segundo a promotora, mesmo a Resolução tendo sido revogada pela Secretaria, “a distribuição (de policiais) nela prevista continua servindo de parâmetro objetivo para a fixação de cargos nas diversas unidades de Polícia Civil do Estado de São Paulo”, afirmou a promotora.

Com base na resolução, a promotora afirma que a cidade deveria ter mais seis delegados, sete investigadores e dois escrivães. Na abertura de inquérito, ela também cita os funcionários civis que a Prefeitura cede para a Polícia Civil.

Juliana Peres Almenara afirma, ainda, que o Ministério Público constatou o pessoal reduzido em visitas técnicas e nos inquéritos policiais da Delegacia de Defesa da Mulher e da Central de Polícia Judiciária. Para a promotora, o número de ocorrências na cidade cresceu de forma relevante em 2014 e 2015, o que revela um aumento da criminalidade. Daí a necessidade de aumentar o contingente e melhorar o aparelhamento da Polícia Civil na cidade.

Breno Cortella comemorou a decisão da promotora e disse que “o aumento de casos de violência nas últimas semanas reforçam a necessidade do fortalecimento da polícia investigativa, como garantia de segurança pública”. “Acompanharemos as medidas a serem adotadas no inquérito civil do MP e continuaremos cobrando do Governo do Estado melhores condições de trabalho para a Polícia”, conclui Breno. ​

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