Medicina avança pesquisas contra a malária. Testada em camundongos, uma nova vacina contra um tipo da doença, o P. Vivax, obteve 45% de eficácia

Isso representa, segundo cientistas, um importante avanço no desenvolvimento de alternativas de prevenção dessa, que é a causa mais comum e disseminada de malária.

A estratégia é baseada no desenvolvimento de versões recombinantes de proteínas encontradas na glândula salivar do mosquito transmissor, que infecta o ser humano.

O imunizante ainda precisa, por exemplo, ser testado em outros mamíferos antes da etapa de ensaios clínicos.

Um dos grandes desafios da nova vacina é conseguir combater também os parasitas que, passada a fase aguda, permanecem no fígado, e podem desencadear outro episódio da doença meses depois de o paciente ser infectado.

No Brasil, existem duas espécies de parasitas que afetam o ser humano além do P. Vivax: o P. falciparum e o P. malariae

A Organização Mundial da Saúde já deu sinal positivo para um estudo piloto de implementação de uma vacina contra o tipo P, falciparum, o mais grave da doença.

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