Em toda e qualquer cidade há ruas, avenidas, praças e, às vezes, até vielas, o que é o caso de alguns bairros de Araras. Para fins de organização, cada uma dessas vias públicas recebe um nome, podendo ser uma data, o nome de alguém a que se preste uma homenagem, um número, nome de cidades, Estados, países, flores, pássaros, entre outros.

Dentro desse critério, para facilitar a orientação da população, prédios e casas devem receber uma numeração par ou impar, dependendo do lado da rua em que habita. Esses números são definidos com uma metragem a partir de um ponto zero, que seria o início da via.

Em Araras, permanece um problema de longa data em relação a isso, que faz contradição em relação à lógica de organização de todo o esquema. O problema começou quando a cidade era menor e tinha o seu perímetro urbano entre as ruas Santa Cruz e Treze de Maio, incluindo suas transversais. E são nessas transversais que está o problema.

Em um exemplo do problema, observa-se que junto ao prédio de número 18 no cruzamento das ruas Chico Pinto e Treze de Maio, fica o prédio com o número 420, do lado par, separados apenas por um número. Já no lado impar, o prédio com placa do número 29 faz divisa com o 437.

Para aniquilar de vez o problema, a CESP (Companhia Energética de São Paulo), atualmente ELEKTRO, desprezou a numeração existente; usando o critério da metragem deu um número para cada prédio partindo de um arrabalde a outro ou do centro para a periferia, contrariando a numeração que já existia.

A numeração dada pela CESP passou a ser adotada pelo SAEMA (Sistema de Água e Esgoto e Meio Ambiente), e agora há prédios com números dados pela CESP e outros com números oficiais dados pela Municipalidade, ocasionando toda a confusão e a desorganização do esquema das ruas.

COMPARTILHAR

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here

*