Gente & Fatos

 

Por Valentim Viola, colunista, diretor e fundador do Grupo Opinião

 

 

Polícia Federal (1)

E o assunto do momento é a política. Enquanto se aguarda a assinatura e publicação de Acórdão do TSE – Tribunal Superior Eleitoral – que, por sinal, pode sair por esses dias – a respeito da situação da eleição suplementar que Araras terá, novamente, a cidade foi tomada de surpresa na quarta-feira com a vinda da Polícia Federal, para cumprir, como informou o Opinião, três mandados de busca e apreensão, em operação que tem o nome de “Prato Feito”, em face de desvio de merenda escolar.

 

Polícia Federal (2)

Na quinta-feira, hoje, foi possível ter uma visão completa do que estava acontecendo. A PF, atendendo determinação da Justiça Federal (1ª Região de São Paulo), cumpriu três mandados de apreensão de documentos com respeito a licitações envolvendo a área da Educação, de onde, segundo informação da própria PF, teria sido desviado valor de R$ 1,6 bi.

 

Polícia Federal (3)

Um dos locais onde foram feitos os mandados de busca e apreensão foi na Prefeitura Municipal, gabinete do prefeito Pedrinho Eliseu, onde foi solicitada licitação pública de 2015 envolvendo a aquisição de uniformes escolares. Como o Opinião publicou, o Secom de Araras enviou à nossa redação os preços de 2015 e 2017, com uma diferença de R$ 935.188,00 a mais no preço em relação à licitação de 2015.

 

BRENO/NOTA

O advogado Breno Cortella, ex-vereador e candidato a prefeito na eleição de 2016, esteve hoje na redação do Opinião e da Rede Opinião de Televisão para entregar nota a respeito de ter seu nome envolvido no assunto da Polícia Federal, por meio da qual ele diz que foi “com enorme surpresa” que viu seu nome em meio à investigação sobre tal assunto, com o “qual não tenho nenhuma relação”. A seguir, a nota de Cortella.

“É com enorme surpresa que vejo meu nome em meio a investigação sobre um assunto que não tenho nenhuma relação. Desconheço os fatos mencionados. Não sei quem são, nem nunca tive qualquer contato com tais empresas. 

Não autorizei ou solicitei ou permiti que qualquer pessoa falasse em meu nome.

As contas da campanha de 2016 foram prestadas e aprovadas pela Justiça Eleitoral.

Como cidadão e advogado fico preocupado ao ver a presunção de inocência ser ignorada e uma antecipação de culpa por parte de algumas pessoas.

Já distante da vida pública, minha esperança ainda repousa numa isenta investigação que comprovará a lisura de toda a minha trajetória.

Agradeço o apoio e a confiança das amigas e dos amigos, que muito me honram com manifestações de apreço”.

Breno Zanoni Cortella

 

Novidade no TSE

A primeira informação desta coluna foi com respeito ao TSE e a assinatura e publicação do Acórdão que vai decidir sobre o pleito municipal em eleição suplementar. O Acórdão foi assinado nesta tarde…

 

Mais informações: Grupo Opinião 

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