PAC 1
Obra histórica tem por objetivo evitar enchentes em pontos críticos da cidade

A nova fase das obras de macrodrenagem urbana, que envolve intervenções que visam evitar enchentes em pontos considerados críticos da cidade.  Os trabalhos envolvem alargamento da calha do Ribeirão das Furnas em um trecho de aproximadamente 2,1 km, localizado entre as proximidades do Flat Lagoa Serena até a confluência dos Ribeirões das Furnas e das Araras, em ponto perto da entrada do Residencial Samantha.

O local é um dos quatro na cidade, considerado pela Coordenadoria Estadual da Defesa Civil do Estado de São Paulo, como área de risco de enchentes de acordo com um relatório entregue na semana passada que ainda ressalta outros pontos de risco. As outras áreas de risco são: o cruzamento da avenida Dona Renata com a avenida Capitão Arthur dos Santos, próximo ao Emaús;  cruzamento da avenida Dona Renata com a rua São Francisco, próximo ao Teatro Estadual Maestro Francisco Paulo Russo; e Vila Bressan avenida Dona Renata.

Os serviços do PAC incluem ainda o alargamento de 9 a 15 metros da largura do canal, dimensão que pode variar conforme o trecho. Isso praticamente dobrará a largura do canal, que é atualmente de 7,5 metros. O aprofundamento do leito do Ribeirão, envolvendo escavação com máquinas e colocação de aduelas pré-moldadas, também já está em andamento.

O trecho é considerado um dos mais críticos de todo o projeto, principalmente no ponto próximo ao Colégio Coc, alvo recorrente de alagamentos no período de chuvas intensas. As obras foram retomadas após reprogramação e adequação do projeto inicial. Nesta nova fase, o prazo estipulado para término das obras é de 18 meses. O projeto inclui a construção de uma mureta do tipo “New Jersey” ao longo de toda a canalização.

As obras de macrodrenagem envolvem, ao todo, a canalização de 1.100 metros do Córrego do Facão (já concluído), a construção de três reservatórios de contenção de águas pluviais, próximo ao Narciso Gomes (obra também já concluída), e a troca de 15 pontes, visando adequá-las às intervenções do PAC 2. (Com informações Secom)

 

 

Raio-x das obras do PAC

 

O que já foi feito:

 

  • Construção de três reservatórios de contenção de águas pluviais com capacidade para armazenamento de aproximadamente 70 milhões de litros de água. A obra envolveu a construção de vertedouros, espécie de sistema hidráulico que serve para escoar a água em excesso que chega ao reservatório, durante o período de chuvas. A água será represada até a altura de no máximo 2,40 m e depois é liberada e canalizada para o leito do Ribeirão das Furnas.
  • Troca de ponte já existente na Avenida Castelo Branco e a construção de uma nova, ao lado
  • Canalização de 1.100 metros do Córrego do Facão, do trecho que sai dos reservatórios no Narciso Gomes até a Avenida José Severino Sobrinho, próximo ao Flat Lagoa Serena

 

Próximas etapas:

  • Alargamento e canalização da calha do Ribeirão das Furnas do trecho entre o Flat Lago Serena e a confluência dos dois ribeirões, em ponto próximo ao Residencial Samantha
  • Alargamento e canalização da calha do Ribeirão das Araras, no trecho compreendido entre a Avenida Capitão Artur dos Santos e o cruzamento com a Milton Severino.
  • Substituição de mais 12 pontes e a construção de outra nova sobre os ribeirões das Araras e das Furnas

 

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