Conhecido internacionalmente por sua história, o carneiro “Ressuscitado” encerra a sua carreira dentro do cenário das montarias em rodeios mirins. Segundo o peão ararense e proprietário do animal, Plínio Paçoca, a sua última atuação foi na 60ª Festa do Peão de Barretos, cuja ocasião participantes dos Estados Unidos disputaram provas com o carneiro.

“O Ressuscitado é considerado uma lenda e uma benção de Deus. Em Barretos ele encantou o público com a sua história e ainda impressionou os competidores que tiveram muito trabalho para ficarem em cima do seu lombo. Mesmo aposentado, ele sempre será lembrado nos rodeios”, destaca Paçoca, que no evento foi homenageado com uma fivela da equipe Rafael Leal.

A história do carneiro teve início em 2005, quando foi pisoteado por cavalos durante a Festa do Peão de Araras daquele ano e sofreu uma parada respiratória. Neste episódio, Paçoca realizou os primeiros socorros e reanimou o animal. Por ter sobrevivido, o ararense batizou o carneiro de Ressuscitado e, segundo ele, se tornou a maior atração dos rodeios que participou.

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História do carneiro teve início em 2005, quando o peão Plínio Paçoca reanimou o animal após sofrer uma parada respiratória.

 

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Na 60ª Festa do Peão de Barretos, Paçoca foi homenageado pela Equipe Rafael Leal Rodeios em Carneiro.
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