Nesses núcleos, com fundamentos de psicologia e programação neurolinguística, o PM atuará como um facilitador entre as partes na busca da solução, conduzindo ao diálogo e fazendo-os perceber que o conflito nasce do comportamento recíproco
Nesses núcleos, com fundamentos de psicologia e programação neurolinguística, o PM atuará como um facilitador entre as partes na busca da solução, conduzindo ao diálogo e fazendo-os perceber que o conflito nasce do comportamento recíproco.

A Polícia Militar de Araras oferecerá à população ararense um serviço inovador. Denominado “Mediação Comunitária”. A mediação tem como objetivo a desconstrução dos conflitos, sejam eles atuais ou potenciais, restaurando a relação entre as pessoas e a construção de uma solução.

De acordo com a PM, a ação é uma atividade comunicativa e pacificadora, e não de natureza jurídica. Tendo um alcance social amplo, ela fomenta a cidadania e a contenção de conflitos interpessoais na origem (a comunidade), evitando a violência e crimes graves. Em suma, evitando-se pequenos desentendimentos, evita-se a escalada da violência.

Em Araras, o policial já treinado e responsável pelo programa será o cabo Marcelo Stephani. “Um exemplo sobre a Mediação Comunitária é: um vizinho que insiste em deixar o som alto e incomoda os demais. A proposta da mediação é colocar essas duas partes frente a frente numa conversa franca, onde o objetivo é tentar através de mudanças de atitude, melhorar o convívio.

Nesses núcleos, com fundamentos de psicologia e programação neurolinguística, o PM atuará como um facilitador entre as partes na busca da solução, conduzindo ao diálogo e fazendo-os perceber que o conflito nasce do comportamento recíproco. Cada um refletirá sobre a parcela de responsabilidade para a construção de uma nova relação.

Ainda segundo o policial, o principal objetivo da mediação não é diminuir as demandas judiciais e nem aumentar o tempo de patrulhamento da Polícia, embora isso vá ocorrer naturalmente. “O objetivo é muito mais amplo: contribuir para que as pessoas aprendam a dialogar, fortalecendo uma cultura de paz na sociedade”, finaliza.

Lucas Neri

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