Policiamento: segundo comandante, operações serão intensificadas.

O comandante da 2ª Cia da Polícia Militar de Araras, capitão Roney Alexandre de Lima, disse, em entrevista para a Rede Opinião de TV nesta semana, que a corporação já está preparada para realizar as operações de cumprimento da Lei Seca, para flagrar motoristas que dirigem embriagados. “Essas operações já fazem parte das nossas ações, mas vamos intensificar neste período”, diz.

Segundo ele, os flagras de motoristas nessa situação ainda são frequentes. “Infelizmente isso ainda é comum. O motorista flagrado sempre dá a desculpa de que, por exemplo, bebeu apenas uma lata de cerveja e fala que aparentemente está bem, já que é acostumado a beber. Mas qualquer dose de álcool já interfere na coordenação motora. A lei não tem tolerância”, explica o comandante. O capitão Roney afirma que, no entanto, os flagras se intensificam nesse período de carnaval.

Entre as ações da Lei Seca está teste de etilômetro, o popular bafômetro, em motoristas com suspeita de embriaguez. Os infratores estarão sujeitos às penalidades previstas em lei, como a suspensão do direito de dirigir, multa de R$ 1.915, além de até poder ser preso em flagrante e responder a um processo criminal.

Em Araras, segundo a Prefeitura, com o cancelamento dos desfiles de rua, por conta da crise hídrica, o Carnaval Barão Folia foi reformulado para se adequar ao momento atual. Os foliões também terão bailes e matinês na Praça Drº Roberto Mercatelli, em frente ao Ginásio de Esporte Nelson Rüegger. Os bailes acontecerão nas noites de sábado, dia 14, e de segunda-feira, dia 16, a partir das 21 horas. Já as matinês acontecem nas tardes de domingo, dia 15, e terça-feira, dia 17, a partir das 16 horas.

Já a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo divulgou que tem início neste final de semana uma operação com objetivo de fiscalizar a proibição da venda e o consumo de bebidas alcoólicas por menores de 18 anos no período que antecede o Carnaval e também durante os cinco dias de festa.

O Estado afirma que em todo o território paulista cerca de 4.500 agentes das vigilâncias sanitárias estadual e municipais e do Procon-SP atuarão à paisana. O objetivo das inspeções é restringir a venda e o consumo de álcool para menores de idade nestes locais e em outros tipos de estabelecimentos comerciais, com base na “Lei Antiálcool para menores”, válida desde 2011 no Estado.

Os estabelecimentos infratores estão sujeitos a multas de mais de R$ 100 mil e, no caso de reincidências, podem ser interditados por 15 a 30 dias e até mesmo perderem a inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS.

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