A Polícia diz que não houve estupro no caso de Maraysa, mas que houve uma relação sexual consensual e que após isso houve um desentendimento e então a morte da vítima Crédito: reprodução
A Polícia diz que não houve estupro no caso de Maraysa, mas que houve uma relação sexual consensual e que após isso houve um desentendimento e então a morte da vítima
Crédito: reprodução

A Polícia Civil de Araras disse estar bem próxima de solucionar o último assassinato que teve na cidade, que foi a morte da jovem de 25 anos de idade, encontrada na zona rural. O corpo de Maraysa Daiane Ignácio Carneiro foi achado em um canavial nas proximidades da represa Água Boa, entre Araras e Rio Claro, no último dia 4. O assassinato da jovem já é o 9º em 2016 na cidade.

De acordo com o chefe dos investigadores da polícia de Araras, Fernando Simoneto, as investigações estão avançadas. “Esperamos prender o suspeito nos próximos dias. O nome não divulgamos ainda para que não atrapalhe a investigação”, explica. O policial também disse que não houve estupro no caso, mas que houve uma relação sexual consensual e que após isso houve um desentendimento e então a morte da vítima. “Essas informações foram obtidas baseadas nos indícios da cena do crime e também por meios de análises técnicas”, disse Simoneto.

Questionado sobre a relação desse crime estar com outros assassinatos ocorridos na cidade, até mesmo o caso da jovem Beatriz da Silva, de 14 anos,  que foi estuprada e morta em 2013, a Polícia diz não descartar a hipótese de ser o mesmo assassino. “Todos os crimes envolvendo grande violência física e também abuso sexual sempre são interligados, e quando há indícios e provas são sempre testados, como neste caso, em que o autor do assassinato de Maraysa se desfez de um preservativo com sêmen e o deixou no local do crime. Já no caso Beatriz também foi colhido informações genéticas”, explicou Fernando.

 

O assassinato de Maraysa

De acordo com informações da Polícia Civil de Araras, Maraysa foi achada com escoriações pelo corpo, além de “significativas lesões na cabeça”, que apontam ela que teria entrado em luta corporal com o assassino antes de sofrer o provável golpe mortal na cabeça. A provável arma do crime não foi encontrada nas proximidades do local.

Próximo ao corpo da vítima estava sua carteira de passe de ônibus, que a identificou à princípio. Informações familiares apontaram que a mulher, que era moradora de Pirassununga/SP, possuía uma irmã em Araras, que inclusive identificou o corpo de Maraysa. A vítima tinha quatro filhos.

 

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