Foi a maior taxa calculada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação desde 2014.

O crescimento poderia ter sido maior, se não fosse o recuo de produtos lácteos, óleos vegetais e açúcar.

No Brasil, porém, houve deflação, reflexo de uma supersafra no primeiro semestre. Esse panorama contribuiu diretamente para o baixo índice de inflação de 2017, abaixo do piso da meta do Banco Central.

O órgão crê que, para este ano, a forte demanda deve sustentar os preços mundiais dos alimentos, mesmo em meio a situação política nos países produtores de petróleo e algumas negociações comerciais internacionais em curso.

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