Pikachu

Há algumas semanas os brasileiros tiveram acesso a um dos aplicativos mais comentados da atualidade: o Pokemón Go, jogo de realidade aumentada para smartphones que oferece aos usuários a experiência de capturar e treinar diversas criaturas da série de origem japonesa, Pokémon. Desde então, o jogo se tornou uma verdadeira febre entre jovens e adultos, ansiosos por colecionarem as criaturas espalhadas por todos os lugares.
A atenção gerada pelo jogo levou o professor da FHO|Uniararas, Me. Huemerson Maceti a criar uma forma divertida e motivadora de ensinar o conteúdo“Trabalho, Energia e Potência”, da disciplina Física Geral II, aos alunos do primeiro ano do Núcleo de Engenharia da Instituição: uma lista de exercícios que atraem a atenção dos estudantes para teorias que, muitas vezes, geram dúvidas e dificuldades. “Embora esteja presente em tudo, a Física ainda é vista como uma disciplina difícil e até mesmo chata, mas o papel do professor é mostrar ao aluno a beleza de cada um dos assuntos. Eu me apaixonei pela Física e por isso decidi segui-la como profissão. Assim, cabe a mim mostrar aos alunos toda a beleza dessa ciência”, comentou Huemerson.
Coube ao filho do professor, Guilherme, de nove anos, apresenta-lo aos detalhes do assunto. “Meu filho adora Pokémon e acompanhando o dia a dia dele comecei a pesquisar as propriedades físicas dos pequenos monstrinhos. Um utilizava eletricidade, outro o fogo. Alguns voavam, outros controlavam os fluidos e outros, ainda, tinham poderes psíquicos. Foi assim que nasceu a lista inicial de exercícios”, contou.

Com as atividades propostas pela “Pokefísica – A Física dos Pokémons!”, criaturas como Pikachu, Mewtwo, Charmander, Bulbasaur e Geodude exemplificam com seus poderes (muito desejados pelos jogadores!) propriedades físicas como termodinâmica, eletromagnetismo e mecânica dos fluidos. “A lista é um desafio. Os alunos começaram a estudar o assunto essa semana, mas ele perpassa por boa parte do semestre. Assim, enquanto fazem em sala os exercícios aplicados à engenharia tentam, em paralelo, resolver essa lista em casa, estudando mais. E com a mudança do assunto, outros exercícios serão criados”.

Além do jogo, super-heróis, músicas e esportes radicais são alguns dos assuntos que despertam o interesse em sala de aula e já serviram de ilustração para as explicações do professor. “Já trabalhamos as Leis de Newton, a Energia e a Elasticidade observando a morte de Gwen Stacy no filme do Homem-Aranha e os lançamentos oblíquos em arremessos de mísseis contra Godzila e no Jogo Angry Birds”, contou ele. “Isso deixa as aulas mais leves e atrativas sem serem superficiais e os alunos gostam muito desta metodologia. Estudam enquanto se divertem”.

A proposta vem ao encontro das práticas pedagógicas aplicadas pela FHO|Uniararas com o intuito de motivar o aluno no aprendizado, fixando o conteúdo de uma forma prazerosa e efetiva. “Acredito que isso contribua para a formação dos conceitos básicos e de uma leitura mais crítica (e divertida) do mundo. Segundo um aluno, que me escreveu em uma avaliação, “quando o professor se esforça para ensinar, o aluno se esforça mais para aprender”.

(Com informações da Assessoria)

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