Imagem da suposta poluição

O promotor de Justiça Gilberto Porto Camargo oficiou a Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), ligada à Secretaria do Meio Ambiente do governo paulista, para que adote as providências cabíveis contra a suposta  denúncia de poluição do Ribeirão das Araras, em decorrência da atividade industrial da Usina Santa Lúcia, comunicando o Ministério Público, no prazo de 60 dias.

Imagem da suposta poluição
Imagem da suposta poluição

De acordo com a representação, instaurou-se o inquérito civil em 17 de outubro do ano passado após uma denúncia que a Usina Santa Lúcia estaria poluindo o ribeirão.

Segundo o site da Usina, a empresa sempre primou pela manutenção do meio ambiente, quer na qualidade de suas reservas florestais, que além das espécies preservadas, conta até hoje com um plantio adicional de mudas nativas das mais diversas espécies, áreas de preservação permanente ou na proteção de suas nascentes, e não obstante disso,  inaugurou oficialmente o “Departamento de Meio Ambiente”, o qual foi devidamente instalado e anexado ao seu Departamento de Engenharia, retificando assim sua nomenclatura para “Departamento de Engenharia e Meio Ambiente”.

A reportagem não encontrou nenhum responsável pela Usina no início da noite de ontem, dia 16, para comentar o assunto.

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