estupro
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Um número que chamou a atenção nas estatísticas divulgadas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) foi o de estupros. Os dados apontam que apenas nos cinco primeiros meses de 2016 (janeiro a maio) foram registrados 11 estupros na cidade, número que já ultrapassa em quantidade os 12 meses de 2014, em que houveram 10 registros.

Em maio de 2016 teve apenas um registro de estupro, em compensação o mês de março, que por enquanto lidera com quatro registros. Em todo o ano de 2015 foram 15 registros de estupros, entretanto, nos cinco primeiros meses foram apenas seis casos registrados.

Em um comparativo com 2014 os números chamam ainda mais a atenção, pois no mesmo período, cinco primeiros meses, houve apenas cinco registros do crime em Araras.

Em entrevista ao Opinião do Meio da última quarta-feira, dia 13, a especialista em violência doméstica, Marcia Longo, disse que esse aumento nas estatísticas na verdade é um bom sinal. “Ao contrário de como alguns possam ver, esses números na verdade são bons, pois quer dizer que as denúncias estão crescendo e não o número de casos necessariamente. Principalmente as mulheres estão mais corajosas e cientes de que devem denunciar os estupradores”, disse.

 

O que hoje é considerado estupro

 

De acordo com o Código Penal Brasileiro em seu artigo 213 (na redação dada pela Lei nº 12.015, de 2009), estupro é: constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso.

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