Rede paulista obteve o melhor resultado nos últimos cinco anos e ainda segue os mesmos avanços já registrados em Língua Portuguesa e Matemática.

Estudantes das escolas públicas estaduais de São Paulo estão aprendendo, cada vez mais, quando o tema é Ciências. A informação é do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), referente ao ano de 2014. Segundo a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, a rede paulista obteve o melhor resultado nos últimos cinco anos e ainda segue os mesmos avanços já registrados em Língua Portuguesa e Matemática.

Em 2014, o Saresp avaliou alunos do 7º e 9º ano do Ensino Fundamental e da 3ª série do Ensino Médio nas disciplinas de Ciências e Ciências da Natureza, sendo que essas três séries tiveram resultados positivos.

Rede paulista obteve o melhor resultado nos últimos cinco anos e ainda segue os mesmos avanços já registrados em Língua Portuguesa e Matemática.

O 7º ano, por exemplo, tinha registrado, em 2010, 222,5 pontos e no ano passado saltou para 227,6 pontos. Já o 9º ano avançou duas casas, ou seja, saiu de 247,9, em 2010, e passou para 250,3, em 2014.  No entanto, o 3º ano registrou 276,1 na última prova, enquanto em 2010 havia ficado com 274,4 pontos.

O secretário da Educação, Herman Voorwald, comentou sobre o desempenho. “A melhora está relacionada ao conteúdo definido pelo nosso currículo unificado e pelas estratégias de aprendizado que dialogam com o universo do jovem”, ressaltou através de nota enviada à imprensa.

De acordo com o secretário, no que depender do esforço e criatividade dos estudantes, esses dados devem aumentar ainda mais. Uma bengala equipada com GPS e bluetooth, um inseticida natural contra a dengue, uma pomada cicatrizante feita com planta nativa, semáforos com sistema sustentável de energia à prova de pane em tempestades são só alguns exemplos de projetos criados por jovens entre 14 e 17 anos. “Nossos levantamentos mostram que 21,9% dos alunos da 3ª série pretendem estudar engenharia e ciências tecnológicas após o fim do Ensino Médio”, afirmou o secretário. “Já na educação básica, muitos desenvolvem projetos de extrema qualidade, prontos para o mercado ou congressos científicos” completou.

Na primeira fase da Feira de Ciências realizada pela Secretaria da Educação, em 2014, alunos aspirantes a cientistas e empresários, entre 14 e 17 anos, apresentaram 138 trabalhos científicos, que passaram por uma avaliação minuciosa de educadores e indústria antes de chegar ao evento. (Com informações da assessoria de imprensa da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo).

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