Sete meses se passaram após quase um ano em período de racionamento de água em Araras, e o consumo médio de água voltou a subir de acordo com dados do Saema (Serviço de Água e Esgoto Municipal de Araras), que apontou que nos meses pós fim do rodízio de água o consumo médio ararense era de 44 milhões de litros de água tratada por mês, e atualmente é de 46 milhões.

Os números são referentes a uma média entre os meses. De acordo com a autarquia, Em outubro de 2015, mês contabilizado inteiramente após fim do racionamento, teve como média de consumo 44 milhões de litros por dia já em 2016 a média de consumo diária tem sido 46 milhões de litros entre o mês de janeiro e março.

Para o atual presidente do Saema, Romildo José Bollis, se deve em conta do clima.  “Houve um pequeno aumento do consumo no último mês, cerca de 5 a 7%. Isso devido a falta de chuvas e a umidade relativa do ar, então podemos considerar até natural”, justifica.

Mesmo com o “pequeno aumento” apontado por Bollis, o próprio presidente salientou que o aumento do consumo de água não pode continuar. “Nossas campanhas de uso consciente da água estão sendo intensificadas para que possamos garantir que a nossa situação continue estável. Além da divulgação que está sendo reforçada nas mídias, também estamos recebendo visitas escolares na Estação de Tratamento de Água (ETA), onde podemos realizar a conscientização com nossas crianças, para que desde cedo elas aprendam a importância de cuidar da nossa água”, disse.

Nos períodos mais críticos da estiagem em Araras, a Prefeitura na ocasião lançou uma campanha titulada “Água, Água: Use não Abuse. Nosso grande desafio” e recentemente reformulou o slogan para “Água: Use não abuse. A economia PRECISA continuar”. “Apesar do natural aumento, as constantes campanhas de conscientização ajudam a população a economizar. Queremos manter esses números na média, garantindo que a população economize cada vez mais e por isso levantamos novamente a campanha”, conta Bollis.

 

Níveis das Represas

De acordo com informações do Saema, as represas que estão com maior volume de água são Hermínio Ometto, que hoje funciona com 95% de sua capacidade e que no auge do racionamento chegou a operar apenas com 8%, a Antônio Meneghetti (Tamburi) que também está com 95% e com o racionamento o nível ficou nos 5%, e com menor volume a João Ometto Sobrinho (Água Boa) que atualmente está com 85% e em 2014 chegou a secar.

 

 

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