Três homens foram presos por tentativa de homicídio, formação de quadrilha, além de sequestro e cárcere privado no último domingo, dia 15. A Polícia Militar realizou o flagrante enquanto dois dos suspeitos utilizavam uma marreta para executar um rapaz de 29 anos de idade na rua Garça, Jardim São João. A vítima foi levada em estado grave para o hospital.

O flagrante ocorreu durante a tarde, após a Polícia Militar receber uma denúncia de que haveria um homem clamando por socorro no interior de uma casa na rua Garça. Chegando até o local, os PMs ouviram gemidos e então entraram na residência.

No momento em que os policiais entravam na casa a altura dos pedidos por socorro aumentavam, então rapidamente tiveram que agir utilizando uma escada lateral que daria acesso ao interior, já que a residência é localizada em um barranco.

Logo que os policiais invadiram a residência, se depararam com o primeiro suspeito, um homem de 28 anos conhecido no meio policial e com passagens por tráfico de drogas e homicídio, de acordo com o boletim de ocorrência, ele estava com uma pequena marreta em suas mãos, além de suas roupas estarem com respingos de sangue. O primeiro criminoso foi rapidamente detido pelos policiais.

Durante as buscas pela vítima no interior da casa os policiais foram novamente surpreendidos ao avistarem mais um suspeito, esse também conhecido no meio policial e com passagens por tráfico de drogas, estava ao lado da vítima que se encontrava no chão, com as mãos e pés amarrados e também com ferimentos pelo corpo, além de sangue em abundância. O suspeito não estava armado, entretanto também com suas vestes ensanguentadas, que provavelmente seria por conta das agressões à vítima.

Após o segundo suspeito ser detido, os polícias ainda relataram na ocorrência que durante o socorro, a vítima ainda sussurrou. “Foram os dois, foram os dois”, disse o homem, que após isso começou a agonizar de dor, já que os ferimentos eram graves, segundo a Polícia. 

Caso foi registrado na Delegacia de Polícia de Araras

 


 

Ainda não acabou

Enquanto tudo apontava para o encerramento da ocorrência, novas ligações começaram a surgir na central da Polícia Militar, dessa vez a denúncia seria de que naquela casa o que estaria ocorrendo não era apenas uma execução e sim um julgamento da facção criminosa paulistana PCC (Primeiro Comando da Capital). As informações ainda apontavam que como parte do julgamento o réu estaria sendo torturado e então só depois seria executado.

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