Partidos políticos estão autorizados pelo Tribunal Superior Eleitoral a usar o Fundo Partidário para bancar as campanhas

O valor aprovado pelo Congresso é de R$ 888 milhões 700 mil reais, a maior parte vem de recursos da União. Os candidatos terão, ainda, a soma de R$ 1 bilhão 700 milhões do fundo público aprovado no ano passado.

Ou seja, as campanhas deste ano contarão com mais de R$ 2 bilhões 500 milhões de dinheiro público para eleger deputados, senadores, governadores e o presidente.

Tanto dinheiro em jogo gerou críticas à aprovação do TSE, como a do secretário-geral do PSDB, deputado Marcos Pestana (MG). Para ele, MDB, PT e o próprio PSDB ficam em desvantagem diante das pequenas e médias legendas, que não utilizam os recursos em ações partidárias.

O dinheiro do Fundo se baseia na eleição anterior. Todos os partidos com registro no TSE recebem valores iguais de 5% do total. Os 95% restantes são distribuídos conforme o número de cadeiras na Câmara de Deputados.

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