Assim que ponte for concluída, trânsito será liberado ligando a Avenida Milton Severino até a frente do Residencial Samantha Crédito: Secom/PMA
Assim que ponte for concluída, trânsito será liberado ligando a Avenida Milton Severino até a frente do Residencial Samantha
Crédito: Secom/PMA

As obras de readequação do sistema viário na confluência dos Ribeirões das Araras e das Furnas tiveram início nesta semana. A readequação viária é executada paralelamente às obras de macrodrenagem urbana, realizadas por meio do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), do Governo Federal.

De acordo com a Secretaria Municipal de Planejamento, Gestão e Mobilidade, a obra já começou com marcação topográfica do solo para delimitar o traçado do novo sistema viário.

A pasta ainda informa que a nova ponte construída no trecho, que irá interligar a avenida Milton Severino até a frente do Residencial Samantha, está quase concluída. “A ponte já foi concretada e esperamos a cura do concreto para liberar a passagem de veículos. Além disso, iremos concluir a execução das duas cabeceiras da ponte, o que deve ser feito dentro dos próximos 45 dias”, explicou o arquiteto Fábio Franco, que é secretário de Planejamento, Gestão e Mobilidade e de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas.

Franco ainda reforça que, com a conclusão da nova ponte, o fluxo de veículos será redirecionado e as antigas pontes, que ficam no trecho, serão, então, demolidas.

O novo sistema viário será implantado em conformidade com o projeto da construção do novo canal e do alargamento da calha dos ribeirões. O objetivo da obra é garantir mais fluidez no trânsito da região e permitir mais segurança aos motoristas que trafegam pelas três avenidas – Dona Renata (Marginal), Milton Severino e Horácio Krepischi.

 

Novo desenho viário

A readequação proporcionará um novo desenho ao sistema viário, deixando o trânsito menos truncado. Para isso, o projeto visa à demolição de alguns trechos e pontes para construção de uma grande rotatória. Quem trafega pela Marginal passando pela Casa de Retiro Emaús, sentido centro/bairro, por exemplo, poderá fazer a conversão para a Avenida Milton Severino ou acessar o outro lado da Marginal (sentido bairro/centro), sem precisar utilizar a ponte próximo à Casa Krepischi.

Para isso, o projeto incluirá a demolição de duas pontes – uma que passa sobre o Ribeirão das Furnas e outra sobre o Ribeirão das Araras. Para a execução do novo contorno viário, serão demolidos 3,5 mil m² de asfalto, 1,1 mil m² de passeio público e 63,85 m³ de sarjetão. O projeto prevê ainda a remoção de 15 postes de sinalização e limpeza mecanizada.

Todo o sistema de drenagem será readequado e reconstruído, incluindo a instalação de bocas-de-leão.

Após etapa de demolições, serão construídos, conforme o projeto, 1,7 mil m² de pavimento e 1,1 mil m² de novos passeios, além da recuperação de 4,2 mil m² de asfalto e instalação de nova sinalização viária, novo paisagismo com plantio de grama e mudas de quaresmeiras e mais 71 metros de guard rail.

O projeto do novo sistema viário não contará com verbas do PAC e será viabilizado com recursos próprios da Prefeitura de Araras.

 

Macrodrenagem Urbana

Mais duas novas pontes serão construídas – uma em frente ao Posto W e outra em frente à Honda. Além disso, os serviços de alargamento da calha do Ribeirão das Furnas seguem em andamento e chegarão até as proximidades do Flat Lagoa Serena.

As obras de macrodrenagem visam diminuir a ocorrência de enchentes em pontos considerados críticos da cidade, principalmente no Ribeirão das Furnas.

Os trabalhos envolvem o alargamento da calha do Ribeirão das Furnas e de parte do das Araras, em um trecho de aproximadamente 2,1 km, localizado entre as proximidades do Flat Lagoa Serena e a confluência dos Ribeirões das Furnas e das Araras, perto da entrada do Residencial Samantha.

Nestes trechos, o Ribeirão das Furnas ficará com a calha alargada em 20 metros e o das Araras, em 15.

O trecho de obras no Ribeirão das Furnas é considerado um dos mais críticos de todo o projeto, principalmente próximo ao Colégio COC, ponto recorrente de alagamentos no período de chuvas intensas. As obras foram retomadas após reprogramação e adequação do projeto inicial. O projeto também inclui a construção de uma mureta do tipo “New Jersey” ao longo de toda a canalização.

O sistema de macrodrenagem urbana envolve, ao todo, a canalização de 1.100 metros do Córrego do Facão (já concluído), a construção de três reservatórios de contenção de águas pluviais, próximo ao Narciso Gomes (obra também já concluída), e a troca de 15 pontes, visando adequá-las às intervenções do PAC 2.

(Com informações Secom/PMA)

 

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